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June 28 Him - The Funeral Of HeartsShe was the wind, carrying in All the troubles and fears you've for years tried to forget He was the fire, restless and wild And you were like a moth to that flame LamentoA máscara está-me a fazer sufocar. Vou ter de a tirar. June 24 Xandria - So you disappeari was dreaming like a child a prince and princess fairy tale and so you disappear Epica - Cry for the moonFollow your common sense You cannot hide yourself behind a fairytale forever and ever Only by revealing the hole truth can we disclose The soul of this bulwark forever and ever Forever and ever Indoctrinated minds so very often Contain sick thoughts And commit most of the evil they preach against Don’t try to convince me with messages from God You accuse us of sins committed by yourselves It’s easy to condemn without looking in the mirror Behind the scenes opens reality Eternal silence cries out for justice Forgiveness is not for sale Nor is the will to forget Virginity has been stolen at very young ages And the extinguisher loses it’s immunity Morbid abuse of power in the garden of eden Where the apple gets a youthful face You can’t go on hiding yourself Behind old fashioned fairytales And keep washing your hands in innocence S. Joãos suficientesForam muitas noites. Passadas de muitas maneiras. Com muita gente diferente. Em sítios vários. Hoje passo a quadra. Sem versos. Com um mangerico oferecido pela minha mãe. Nada mais. A casa já esteve repleta de bandeiras. Madrugadas a amanhecer na praia. Beijos clandestinos. Beijos oficiais. Rusgas. Bailaricos. Fogo-de-artifício. Na ponte. Na Ribeira. Sardinhadas. Sangria. Tios e tias. Primas e mais rimas. Carrocéis. Farturas. Cachorros. Bolo da teixeira. E até gelados. Mas hoje não. Pintei as unhas de vermelho para ficar em casa. Se sair à rua será com um martelo verdadeiro. June 22 Por acaso até sou assim, mas só por acaso!TOURO: O Resistente Que encanta mas agressivo. Podem parecer enfadonhos, mas não são. Trabalhadores duros. Amável. Forte, tem resistência. Seres sólidos e estáveis e seguros dos modos deles/delas. Não procuram atalhos. Orgulhosos da beleza deles/delas. Pacientes e seguros. Fazem grandes amigos e dão bons conselhos. Bom coração. Amam profundamente - apaixonados. Expressam-se emocionalmente. Propenso a temperamento - acessos de raiva ferozes. Determinado. Cedem aos seus desejos frequentemente. Muito generoso. June 18 Não me mintas - Rui VelosoAgora diz-me o que aprendeste De tanto saltar muros e fronteiras Olha p'ra mim e vê como cresceste Com a força bruta das trepadeiras Põe aqui a mão, sente o deserto Cheio de culpas que não são minhas E ainda que nada à volta bata certo Eu juro ganhar o jogo sem espinhas June 15 A mesma ausência, duas percepçõesO Domingo de manhã continua a ser o dia das compras. Mas as doses de fiambre, queijo e mortadela foram reduzidas a menos de metade. No carrinho já não entram os congelados que tanto jeito davam para as refeições da semana. Não há roupa suja para lavar e dar a ferro. Ninguém vai aparecer para jantar hoje.
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O Domingo à noite tornou-se no dia mais difícil da semana. O frigorífico não se enche com os congelados trazidos de casa da mãe. Sobra espaço no corredor para o saco da roupa lavada. Não há nenhuma mensagem no telemóvel a anunciar a visita. Ninguém vai aparecer para dormir hoje.
**** June 13 O ar que tu me davasFalta-me o ar que tu me davas. Quando eu não conseguia respirar com os nervos. E tu me metias no teu carro. A janela aberta para o vento me encher os pulmões. Eu quase a sufocar. E tu a acelerar para me dar mais ar. Depois da sofreguidão o corpo exausto. A serenidade. O teu sorriso confiante por me dares o tão desejado. O meu batimento a abrandar. E eu de novo a respirar. June 12 VazioHá sempre uma máscara para cada ocasião. Há sempre o disfarce do sucesso. Há sempre a conversa sofista. E há o resto... o que fica por mostrar. Porque não vale a pena. June 07 Nightwish - While Your Lips Are Still RedSweet little words make the silence June 04 Resposta a um pedido"Gostava de ter um contador de palavras repetidas mas ainda o vou fazer para por no teu blog e contar quantas vezes aparece o meu nome!" José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal José Manuel Ferreira Carvalhal June 03 Girl, InterruptedVi-o pela primeira vez em tua casa. O filme Girl, Interrupted. Quando acordaste, eu estava na net à procura do significado psiquiatrico de "borderline". A doença mental da personagem principal. O meu comportamento era tão parecido com o dela que ao teu bom dia apenas respondi: Preciso de ser internada. Depois sorriste. Vieste ver ao computador o que estava a fazer. Tolinha, disseste. E depois voltaste à cama puxaste o edredão até à cabeça e continuaste a dormir. Eu desliguei o computador e desci ao Boraki para tomar o pequeno-almoço. Tolinha... Acreditei que era esse o caso. Mais tarde, em minha casa encomendei o livro pela Amazon. Uma semana mais tarde estava sentada no teu sofá a lê-lo. Estás a ler isso? Todos somos um bocado malucos, porque achas que és mais do que os outros? Pensei: Porque estou aqui e os outros supostos malucos estão ajuizadamente em suas casas. Não disse nada porque não te quis ofender. Também porque sempre me disseram que só uma pessoa lúcida reconhece alguém louco.
Fui lendo o livro e percebendo que tinha interrompido a minha vida e não conseguia retomá-la. Por isso deixei-me ficar pela tua casa à espera de alguma coisa. Talvez à tua espera. À espera que a tua vontade de viver contagiasse a minha vida e ela se pusesse a mexer. Até que acabou por acontecer. Não vivia ininterruptamente, mas tinha momentos. Momentos em que as acções se sucediam de forma vertiginosa. Momentos em que me deixava ficar suspensa no teu enlace. Parada. Em algum momento senti que estavamos parados. Mas não no mesmo sítio. E não era isso que eu queria. Tu estavas na tua vida. Eu na minha. Foi nesse momento em que me convenci que era hora de deixar o teu sofá. A tua vida. Arranjar uma vida minha que não ficasse à espera da tua para se mexer. Quando percebeste acusaste-me: Tu estás sempre a fugir... Sim, estava a fugir de ti e da tua vida que não era a minha. Voltei a casa, sem malas, porque não as tinha feito sequer. Comecei a viver tão rapidamente os momentos que tu me tinhas ensinado a viver, que até nem sentia as interrupções entre cada um deles. Porque as há! Depois ouvia-te perguntar sem perceber as minhas razões: Onde vais tu com tanta pressa? Mas eu não sabia responder. A quem não sabe onde vai não se pergunta se sabe o caminho! Apenas sentia esta pressa. Nunca achei que teria tempo (para viver). Nunca achei que pudesse ter mais tempo (do que tu). Foi a tua morte que me voltou a interromper. Estou à espera de qualquer coisa que a faça recomeçar. |
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